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Versões Estrangeiras do Hino Nacional Brasileiro
Versão em Espanhol 
Do poeta
colombiano PEDRO RESTREPO PELAÊZ (in O JORNAL, 16-VII-943)
Oyeron
de Ipiranga las márges plácidas
de um pueblo heroico el grito retumbante,
y el sol de la Libertad en rayos fulgurantes
brilló en el cielo de la Patria en ese instante |
Ouviram
do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
Si
el pendón de esa igualdad
conseguimos conquistar com brazo fuerte,
en tu seno oh ! Libertad,
desafia en nuestro pecho a la propria muerte ! |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
Oh
! Pátria amada,
idolatrada,
Salve ! Salve ! |
Ó
Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasil,
un sueño intenso, um rayo vivido
de amor y de esperanza a la tierra desciende,
si en tu hermoso cielo, risueño y limpido
la imagem del crucero esplandece. |
Brasil,
um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
Gigante
por la propria naturaleza,
eres bello, eres fuerte, impávido coloso
y tu futuro es ande esa grandeza. |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
Tierra
adorada,
entre otras mil
eres tu, BRASIL,
oh ! Patria amada ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
De
los hijos de este suelo eres madre gentil
Patria amada,
BRASIL ! |
Dos
filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
Tendido
eternamente en lecho espléndido
al son del mar y a la luz de cielo profundo,
fulguras oh ! Brasil, florón de America;
iluminado por el sol del Nuevo Mundo ! |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Donde
la tierra es más galana,
tus risueños, lindos campos tienen más flores,
Nuestros bosques tienen más vida
Nuestras vida en tu seno más amores |
Do
que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
|
Oh
! Pátria amada,
idolatrada,
Salve ! Salve ! |
Ó
Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasil,
de amor eterno sea simbolo
el lábaro que ostentas estrellado
y diga el verde-loro de ésta flamula
Paz en el futuro y gloria en el passado |
Brasil,
de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
Mas,
si yergues de la Justicia la férrea clava,
verás que um hijo tuyo no rehuye la lucha,
ni teme quien te adora, a la propria muerte.
|
Mas,
se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Tierra
adorada,
entre otras mil
eres tu, BRASIL,
oh ! Patria amada ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
De
los hijos de este suelo eres madre gentil
Patria amada,
BRASIL ! |
Dos
filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
Versão em Esperanto 
Do
Prof. F. Valdomiro Lorens (Liga Brasileira de Esperanto)
De Ipirang’ la
mildaj bordoj audis, jen,
chantan krion de heroa gento,
kaj de l’ liber’ la sunradioj brilis tuj
de la Patrujo sur la firmamento. |
Ouviram do
Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
Do se ni
de l’ egaleco
garantion konkeris per brako forta,
en la sin’ de l’ libereco
nia brust’ defias ech je frapo morta. |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
Patruj’ amata
adorata,
vivu ! vivu ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brazil’, intensa
sougho kaj radi’ de am’
kaj de esper’ descendas al la tero,
se brilas de la Swda Kruc’ la bela bild’
en via milda purchiel-etero. |
Brasil, um
sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
Giganta per la propa
naturfonto,
koloso forta estas vi, sentima,
grandecon vian montras ja l’ estonto. |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
Land’ adorata,
che l’ landoj mil,
estas Brazil’
Patruj’ amata ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Vin servi volas chiu
via fil’
Land’ amata,
Brazil’. |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
Eterne en richega
lit’kushante vi,
che l’ son de l’ mar kaj alta lum chiela,
Brazil’, sub sunradioj de la Nova Mond’
brilegas, Amerika perlo bela ! |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Ol bellandoj ajn aliaj
havas viaj plachaj kampoj pli da floroj,
pli da viv’ arbaroj niaj,
nia vivo pli da amo en la koroj. |
Do que a
terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.
|
Patruj’ amata
adorata,
vivu ! vivu ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brazil’, simbolo
estu de eterna am’
steloza via flago kvarkolora;
la verdo-flavo de l’ standardo diru ja:
Pac’ en estonto, la pasinto glora ! |
Brasil, de
amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
Sed se per justa
glav’ vi diras vorton,
ne rughos viaj filoj for de l’ lukto
kaj vin amante, ne timos la morton.
|
Mas, se
ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Land’ adorata,
che l’ landoj mil,
estas Brazil’
Patruj’ amata ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Vin servi volas chiu
via fil’
Land’ amata,
Brazil’. |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
Versão em Francês 
HENRI DE LANTEUIL, Prof. do Colégio Pedro
II
Lés
rives calmes de lYpiranga entendirent
lappel retentissant dun peuple héroique,
et, dans un éblouissant rayonnement,
le soleil de la Liberté brilla alors
au ciel de la Patrie.
|
Ouviram
do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
Si
le gage de cette égalité
Nous lavons conquis par la force de nos bras,
En ton sein, O Liberté,
Notre courage saura braver mort elle-même. |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
O
Patrie bien-aimée
et idolatrée,
Salut ! Salut ! |
Ó
Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brésil
! Un songe intense, un rayon vivificant damour et
despérance descend sur terre, car au fond de ton ciel
splendide,
souriant et limpide la Croix du sud resplendit. |
Brasil,
um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
Géant
de nature ! Tu es beau, tu es fort, intrépide colosse
ei ton avenir sera le reflet de ta grandeur... |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
Tu
es, Brésil,
Terre adorée entre mille autres,
O Patrie bien-aimée, |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Des
enfant de ce sol tu es la mére aimable,
Patrie, bien-aimée
Brésil ! |
Dos
filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
Eternellement
couché en un berceau splendide,
au bruit de loceán et à la lumiére du ciel
infini,
tu rayonnes fulgurant, o Brésil, fleguron de lAmerique,
iluminé par le soleil du Nouveau-Monde |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Tes
riantes et belles compagnes
ont plus de fleurs que les champs des plus fertilles,
et plus de vie contiennent tes forêts,
et en ton sein notre vie plus damour... |
Do
que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
|
O
Patrie bien-aimée
et idolatrée,
Salut ! Salut ! |
Ó
Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brésil
! Quil soit le symbôle de lèternel amour
ce labarum étoilé que tu déploies,
et, que le vert-et-jaune de ton pavillon disse:
Pous lavenir: LA PAIX ! Pous le passé: LA GLOIRE
! |
Brasil,
de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
|
Mas,
se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Tu
es, Brésil,
Terre adorée entre mille autres,
O Patrie bien-aimée |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Des
enfant de ce sol tu es la mére aimable,
Patrie, bien-aimée
Brésil ! |
Dos
filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
Versão em Guarani 
Tenente
Ulysses Medeiros
Jendú Ipiranga jecê
quiririm
Caraí cuêra catupyrú sapucay sunum
Já quaray o poy chuguy, tupã verá
Overa ivagape co retam co agna ité |
Ouviram do
Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
Já-angá
já heicha ité
Já jopyty pyiy ajubá atam,
Nde rendape oicôma,
Nhanderecá nhande pyá o manó voy ! |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
Nde chê retam rayjú
Manguecoy
Momaíteí ! Momaíteí ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasil, peteim kera
pucú, peteim tupã oicoveva
O jayjú já o jaárova ivy oguêjf,
Já nde porrava ivogape pucá potyva,
Já jaánga curuzú jacy-tatá jeçapeva |
Brasil, um
sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
Tuichava jahé
jaejaicha,
Nde porã, nde mbaretê, pyaguasspu jetá,
J’nde riré quarã o jechucá co tuichava, |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
Ivy ro jaijúeteva
Ijapytepe jetaveva
Ndente-co Brasil
Nde Retam raíjú ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Taíra co ivygui jaé
cy jory
Retam raijú
Brasil ! |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
O nhenova já o pytava
tupã porape,
O sunum y juqui overa ivaga jupi,
Re mimbiva nie Brasil, ivoty America peguá
O jeçapeva co quary ouajú ívora ! |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Ja co ivy o jéguaveva
Nde roryva nhú, guerecove ivotu,
“Nhande caágui joçaveva”
Nhande roçá nde pytiate jaijúveva
Nde chê retam raijú
Manguêcoí
Momaíteí ! Momaíteí !
|
Do que a
terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.
|
Nde chê retam rayjú
Manguecoy
Momaíteí ! Momaíteí ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasil, mboraijúeteva
nden-te que na
Aó-vevé jocó jacytatandie,
Já erê akira-jubá co aó-vêvé
“Apyrivê tenonderá mombaeté cué” |
Brasil, de
amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
Jepé remopuá jechá
cuaá atâ
Re jechá varã pe nde ray ndo canhi varã nhoraigogut
Ndo quijyjef, pe nde raijuva, re manovo !
|
Mas, se
ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Ivy ro jaijúeteva
Ijapytepe jetaveva
Ndente-co Brasil
Nde Retam raíjú ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Taíra co ivygui jaé
cy jory
Retam raijú
Brasil ! |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
Versão em Inglês 
Harry
Bramsby
The
placid shores of the Ypiranga heard
The resoundingcry of a heroic people
And the sun of liberty, in flugent rays,
Now shined in the heavens of our country |
Ouviram
do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
If
the pledge of this equality
We succeded to conquer with a strong arm,
In your bosom, of liberty,
Our courage defies death itself ! |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
Oh ! loved country,
Idolatrized,
Hail ! Hail ! |
Ó
Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brazil,
an ardent dream, a ray so vivid
Of love and hope to earth now descends,
If in your beautiful sky, pleasant and limpid,
The southern cross image is resplendent. |
Brasil,
um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
A
giant by your own nature,
Youre beautiful, strong, intrepid colossus
And your future thus reflects this greatness, |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
A
giant by your own nature,
Youre beautiful, strong, intrepid colossus
And your future thus reflects this greatness, |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
A
genteel mother of this lands children
Loved country,
Brazil ! |
Dos
filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
For
ever lying on a splended birty
With the sea sound ande the deepest skylight,
Youre brillant, oh Brazil, Amerias mirth,
Enlightened to the sun of a new world |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Your
pleasant, beautiful fields
Have more flowers than nicest and greatest lands,
Our woods have more life
Our life in your bosom has more love |
Do
que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
|
Oh
! loved country,
Idolatrized,
Hail ! Hail ! |
Ó
Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brazil,
a symbol of eternal love let be
The starf27900 labarum you show so proudly
And let the yellow green of your flag say
Peace in the Future, glory in the past. |
Brasil,
de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
If
you raise up the strong club of justice,
Youll see that your children will fight with courage
Who adores you will not fear death itself, |
Mas,
se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Adof27900
country,
Among thousands,
You are Brazil,
Oh, loved country ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
A
genteel mother of this lands children
Loved country,
Brazil ! |
Dos
filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
Versão em Latin 
Do
Prof. Mendes de Aguiar
Audierunt Ypiranga
ripae placidae
Solisque lebertatis flamae flugidae
Solisque libertis flamae flugidae
Sparsêre Patriae in coelos tum flugorem. |
Ouviram do
Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
Pignus veró
aequalitatis
Possidere si potuimos brachio forti,
Almo gremio in libertatis,
Audens sese offert ipsí pectus morti ! |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
O Cara Pátria
Amoris atria
Salve ! Salve ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasília, somnium
tensum, flamma vivida
Amorem ferens spem ad orbis claustrum,
Si pulchri coeli alacritate limpida,
Splendescit almum, fulgens Crucis plaustrum. |
Brasil, um
sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
Ex propriâ gigas
positus naturâ,
Impávida, fortisque, ingensque moles,
Te magnan praevidebunt jam futura. |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
Tellus dilecta,
Inter simília
Arva, Brasília,
Es Patria electa ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Natorum parens alma es
inter fília,
Pátria Cara,
Brasília ! |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
In cunis semper strata
miré spendidis,
Sonante mari, coeli albo profundi,
Effulges, o Brasília, flos Américae,
A sole irradiata Novi Mundi ! |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Caeterisque in orbe
plagis.
Tui rident, agri florum ditiores;
“Tenet silvae en vitam magis”
“Magis tenet “tuo sinu” “vita amores”. |
Do que a
terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.
|
O Cara Pátria
Amoris atria
Salve ! Salve ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasília, aeterni
amoris fiat symbolum,
Quod affers tecum, labarum stellatum,
En dicat aurea viridisque flammula
Ventura pax decusque superatum ! |
Brasil, de
amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
Si veró tollis Themis
clavam fortem,
Non filios tu videbis vacillantes,
Aut, in amando te, timentes mortem. |
Mas, se
ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Tellus dilecta,
Inter simília
Arva, Brasília,
Es Patria electa ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Natorum parens alma es
inter fília,
Pátria Cara,
Brasília ! |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
Versão em Tupi 
Dr.
Faris A. S. Michaelle
Cembyua Ypiranga çui,
pitúua,
Ocendu kirimbáua çacemoçú
Coaracy picirungára, cendyua,
Retama yuakaupé, berabuçú. |
Ouviram do
Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
|
Cepy quá
iaueçáua çui ramé,
Itayiuá irumo, iraporepy,
Mumutara çáua, ne pyá upé,
I manoçáua oiko iané cepy. |
Se
o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !
|
Iaçalçú ndê,
Oh moetéua
Auê, Auê ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasil ker pi upé,
coaracyáua,
Caiçú í çaarúçáua çui ouié,
Marecê, ne yuakaupé, poranga.
Ocenipuca Curuça iepé ! |
Brasil, um
sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro, resplandece.
|
Turuçú reikô, ara
rupí, teen,
Ndê poranga, i santáua, ticikyié
Ndê cury quá mbaé-uçú omeen. |
Gigante
pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza
|
Yuy moetéua,
Ndê remundú,
Reikô Brasil,
Ndê, iyaiçú ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Mira quá yuy çui cy
catú,
Ndê, ixaiçú,
Brasil ! |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil !
|
Ienotyua catú pupé
reikô,
Memê, paráteapú, quá ara upé,
Ndê recendy, potyr America çui.
I Coaracy omucendy iané ! |
Deitado
eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo !
|
Inti orekó purangáua
pyré
Ndê nhu soryçára omeen potyra pyré,
“Cicué pyré oreko iané caauçú”.
Iané cicué, “ndê pyá upé, çaiçú pyré”. |
Do que a
terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flôres;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.
|
Iaçalçú ndê,
Oh moetéua
Auê, Auê ! |
Ó Pátria
amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
|
Brasil, ndê pana
iacy-tatá-uára
Toikô rangáua quá caiçú retê,
I quá-pana iakyra-tauá tonhee
Cuire catuama, ieorobiára kuecê. |
Brasil, de
amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
|
Çupí tacape repuama
remé
Ne mira apgáua omaramunhã,
Iamoetê ndê, inti iacekyé. |
Mas, se
ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
|
Yuy moetéua,
Ndê remundú,
Reikô Brasil,
Ndê, iyaiçú ! |
Terra
adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil
Ó Pátria amada !
|
Mira quá yuy çui cy
catú,
Ndê, ixaiçú,
Brasil ! |
Dos filhos
deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil ! |
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